SRV-01 · Braço regulatório
Estudo de Viabilidade Regulatória
Antes de investir um real em exportação, saiba se o seu produto pode entrar no país-alvo — e o que precisa mudar para que possa.
Em resumo
Um estudo de viabilidade regulatória avalia se a formulação do seu produto — aditivos, conservantes e limites de uso — é permitida no país de destino, antes de você investir na exportação. A JMarona entrega o parecer SKU a SKU em uma de três conclusões: viável, viável com adequações ou inviável.
É o primeiro passo de qualquer projeto de exportação. Avaliamos a formulação do seu produto — aditivos, conservantes, limites de uso — contra a legislação do país de destino e entregamos um parecer objetivo: viável, viável com adequações ou inviável. Nada de descobrir o problema com a carga no porto.
O que entregamos
- ✓Avaliação de formulação SKU a SKU contra a legislação do destino
- ✓Enquadramento de categoria e classificação do produto no país-alvo
- ✓Análise de aditivos, conservantes e limites permitidos (listas positivas)
- ✓Parecer de viabilidade com o caminho de adequação, quando necessário
Para quem é
Indústrias que decidiram exportar e não sabem por onde começar, e exportadores avaliando a entrada em novos mercados.
Perguntas frequentes
Por que começar pela viabilidade regulatória e não pela parte comercial?
Porque o regulatório é o que define se o produto pode ou não entrar. Programas de exportação ensinam a parte tributária e logística, mas se a formulação não é permitida no destino, todo o resto do investimento se perde. O estudo evita tocar um projeto inviável.
O estudo cobre quantos produtos?
O escopo é definido por SKU e por país de destino. Cada formulação é avaliada separadamente contra a legislação daquele mercado, porque um mesmo portfólio pode ter itens viáveis e itens inviáveis no mesmo país.
E se o produto for inviável no destino?
O parecer aponta o caminho de adequação quando existe — troca de aditivo, ajuste de limite, mudança de enquadramento de categoria. Quando não existe caminho, você descobre antes de investir, e não com a carga no porto.
